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14 de junho de 2009
Sobre Equipes e Liderança em Filmes – Parte 1
Uma certa vez comentei que muitos filmes estavam sendo usados como temas de motivação, servindo de inspiração nas organizações, e que muitos filmes de animação não eram feitos só para crianças e sim também para adultos, com uma visão digamos “Motivacional, Liderança”.
Numa dessas pesquisas então eu encontrei muitos artigos sobre o assunto e tive uma bela surpresa, filmes de décadas atrás, estão sendo alvo estudo de temas sobre Equipes de Liderança, Motivação. "Das discussões sobre os filmes, empresários e executivos tiram princípios que podem aplicar no dia-a-dia.".
Um dos “Achados” A Ponte do Rio Kwai (The Bridge on the River Kwai, 1957) Nos mostra que nenhum estudo de liderança seria completo sem uma lição sobre soberba. E, em matéria de soberba, ninguém se compara ao império britânico, especialmente em sua fase final. As tristes conseqüências dessa arrogância são ilustradas de maneira brilhante em. A Ponte do Rio Kwai. A história conta como um regimento britânico, capturado pelo exército japonês, constrói uma ponte ferroviária estratégica durante a Segunda Guerra Mundial.
A soberba nesse filme é personificada pelo coronel Nicholson (Alec Guinness), o orgulhoso e rígido oficial britânico que dirige o projeto de construção. Como muitos grandes administradores, Nicholson demonstra possuir poderes espantosos de organização e implementação. Mas, como muitos líderes que têm defeitos, ele nunca questiona para que está usando suas habilidades. Seu estilo autocrático e inflexível de direção, porém, resulta num aumento de produtividade de 30%, e a ponte é concluída com eficiência e rapidez. Para satisfação do coronel, seus homens sentem a humilhação de sua captura mitigada pelo orgulho de sua realização.
Tudo isso é ótimo, mas é claro que, ao ajudar o inimigo a melhorar sua logística, eles não agiram nos interesses do exército britânico. Obcecado com a honra e a visão de seu próprio legado, Nicholson nunca pára para formular a pergunta mais importante: estou fazendo isso para mim mesmo ou para a organização? A execução é priorizada, em detrimento da estratégia. E, quando isso acontece, tanto nos negócios como na guerra, os resultados só podem ser catastróficos.
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